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terça-feira, fevereiro 28, 2006

O destruidor de sonhos...

...é tão somente aquele gajo que, inadvertidamente ou não, te arranca os dogmas à falsa fé da cabeça, quando eles já estavam bem instalados e a beber um Vodka à frente da tv.
Agora eu pergunto: será que, de cada vez que concebemos um ideal de herói, aparece alguém e nos repreende a alma? Não só é humilhante, como devastador.
Ao menos do Cebolinha, posso gostar? Ou vão-me dizer que também tem algum processo em curso no Tribunal da Relação?
Shame on me.

Frases repetidas ao expoente máximo

"Tá tudo bem!".

Nem tudo está bem, apesar de acalmar (aquecer, talvez) cada vez que se diz: "Tá tudo bem!"

E então o inenarrável: "De certeza???"

Isto sim, é paixão!

Tempo

Tempo. É sempre tempo de efervescer, de criar. Pegar ou largar, tentar. É sempre aquele tempo, todo o momento. É ainda tempo, para o esquecimento.
Quando a recusa é fugaz, arrisca. A mão dormente, vacila, e aí, é ainda tempo.
E revolta por dentro, quem não sente o tormento, e desespera noutro tempo. Ele, sibilado ao sabor dele mesmo. T-E-M-P-O.

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

O Holocausto nunca existiu...


...afirmam os diplomatas iranianos.

Post lamechas

Amas, dormes, sonhas, gritas, sorris, embalas, cuidas, ralhas, acarinhas, choras, gritas, pensas, ris, conversas, ralhas, escutas, perguntas, sorris, embalas, sentes, choras, emocionas-te, foges, pensas, ficas, ralhas, sorris, toleras, dormes, sonhas, amas.


Obrigado, M.

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Mulher


Cheia de metáforaS loucas e fogosas.
Ela, única.

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

O encontro

Este é o vazio inominável. A fusão de ar e pó. O renascer de alma, depois do encontro.

domingo, fevereiro 12, 2006

Feito de pedra e dor



Se finalmente entrarmos no rumo da verdade, que cousas dirá quem não se engana com a mentira?

A própria epiderme lascada, certeza dúbia de encontros nefastos, os nossos. Já éramos quase sãos e, no entanto, ainda nos perguntava-mos se doía. "Dói-te?"..."E a ti?"
No agora intermitente das palavras, sai-me um "agora estou melhor!", meio enfadonho e negligente. Tu, nem metade conseguirás balbuciar, entre risos e dores, medos e humores. Dirás talvez "não te preocupes,parvo.Eu cá me arranjo!".

E é a última vez que te vejo, sem saber. E é o último beijo que me dás, indiferente. E vou por aquela rua, sozinho, outra vez.

terça-feira, fevereiro 07, 2006

MK


O amor está a trabalhar. Ele é infatigável.