Tempo
Tempo. É sempre tempo de efervescer, de criar. Pegar ou largar, tentar. É sempre aquele tempo, todo o momento. É ainda tempo, para o esquecimento.
Quando a recusa é fugaz, arrisca. A mão dormente, vacila, e aí, é ainda tempo.
E revolta por dentro, quem não sente o tormento, e desespera noutro tempo. Ele, sibilado ao sabor dele mesmo. T-E-M-P-O.
Quando a recusa é fugaz, arrisca. A mão dormente, vacila, e aí, é ainda tempo.
E revolta por dentro, quem não sente o tormento, e desespera noutro tempo. Ele, sibilado ao sabor dele mesmo. T-E-M-P-O.

