Lunar
E chegou o amor, virado para dentro.
Traz consigo mãos frias e coisas que dizemos ao de leve.
Golpeia a veia do sentido, golpeia a veia do sentido.
Hoje é o tal dia, pelo qual sempre sonhaste,
Sabes que ele chegaria, nunca desesperaste.
E a surdez toma-te o corpo, as asas
Elevam o teu esplendor.
É o amor, é o amor.
E eis que se despe no teu turno, no teu solitário caminho.
Golpeia a veia do sentido, golpeia a veia do sentido.
A veia do sentido, do nosso sentido.
Então parei pra dizer um sofisma, um abrigo,
Trago comigo este ardor, este amigo.
Então pensei o tempo a gelar,
O teu olhar sobre o longo mar.
Golpeia a veia do sentido, golpeia a veia do sentido.
Golpeia a veia do sentido, golpeia a veia do sentido.
Golpeia a veia do sentido, golpeia a veia do sentido.
Traz consigo mãos frias e coisas que dizemos ao de leve.
Golpeia a veia do sentido, golpeia a veia do sentido.
Hoje é o tal dia, pelo qual sempre sonhaste,
Sabes que ele chegaria, nunca desesperaste.
E a surdez toma-te o corpo, as asas
Elevam o teu esplendor.
É o amor, é o amor.
E eis que se despe no teu turno, no teu solitário caminho.
Golpeia a veia do sentido, golpeia a veia do sentido.
A veia do sentido, do nosso sentido.
Então parei pra dizer um sofisma, um abrigo,
Trago comigo este ardor, este amigo.
Então pensei o tempo a gelar,
O teu olhar sobre o longo mar.
Golpeia a veia do sentido, golpeia a veia do sentido.
Golpeia a veia do sentido, golpeia a veia do sentido.
Golpeia a veia do sentido, golpeia a veia do sentido.

