Não há
Não há imagens para isto. Nem as "mil palavras".
Hoje faço copy-paste da simbiose, formato o suor, talvez até os estalidos da luz. Hoje opto pela descrição dos sons, pela narrativa dos olhares, pela frequência de espasmos estendidos no imaginar. Hoje reconheço a minha voz, mastigo-a, cuspo-a. Deito tudo por tudo para que estar em ti não seja mais uma miragem, sonho desfeito e refeito de brisas de um tempo que tanto recordamos. Mais uma vez, hoje faço a zemiobiose, em que o destruído é a cratera aberta em nós pela distância e ignorância. Adapto-me, restringo-me, calculo, suponho, proponho: Deleites apócrifos em que tu, mais eu, mais nós, e só nós, sejamos o último bater de uma tecla de Dó.
Hoje faço copy-paste da simbiose, formato o suor, talvez até os estalidos da luz. Hoje opto pela descrição dos sons, pela narrativa dos olhares, pela frequência de espasmos estendidos no imaginar. Hoje reconheço a minha voz, mastigo-a, cuspo-a. Deito tudo por tudo para que estar em ti não seja mais uma miragem, sonho desfeito e refeito de brisas de um tempo que tanto recordamos. Mais uma vez, hoje faço a zemiobiose, em que o destruído é a cratera aberta em nós pela distância e ignorância. Adapto-me, restringo-me, calculo, suponho, proponho: Deleites apócrifos em que tu, mais eu, mais nós, e só nós, sejamos o último bater de uma tecla de Dó.

